Pular para o conteúdo principal

'Saio para ajudar a preservar o diálogo', afirma Palocci na despedida.


Palocci fez discurso de despedida da Casa Civil na tarde desta quarta (8).
Ex-ministro se afastou do governo na terça-feira, em meio a denúncias.


Nathalia Passarinho e Andréia Sadi Do G1, em Brasília

O ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, disse em seu discurso de despedida nesta quarta (8), no Palácio do Planalto, que deixou o cargo para “preservar o diálogo”. Ele afirmou que o embate político, devido à notícia de que teve o patrimônio aumentado em 20 vezes, prejudica o trabalho dele como ministro da Casa Civil. “Se eu vim para ajudar a promover o diálogo, saio agora para ajudar a preservá-lo”, afirmou.
Na presença de Dilma e da sucessora Gleisi Hoffmann, Palocci disse não querer fazer da transferência do cargo um momento triste. “A vida é uma luta permanente e não costumo me abater pelas pedras no caminho”, disse
Segundo o ex-ministro, a manifestação da Procuradoria Geral da República, que decidiu arquivar os pedidos de investigação da oposição, confirmou que ele trabalhou "dentro da mais estrita legalidade respeitando os padrões éticos".
"Ocorre que o mundo jurídico não trabalha no mesmo diapasão que o político. Ficar no governo com a permanência do embate político não permitiria que eu continuasse as atividades", declarou.
‎‎
Palocci elogiou sua sucessora, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). “Quero transmitir meus desejos mais sinceros de boa sorte à minha sucessora. Tive oportunidade de trabalhar com ela [...] Me impressionou sua capacidade de trabalho e dedicação. A postura firme da senadora no Senado comprova o acerto da decisão da presidenta Dilma”, disse.
Ele também agradeceu aos líderes partidários do Congresso, com os quais negociou, por exemplo, o texto do projeto que altera o Código Florestal. “Quero agradecer aos líderes partidários pelo empenho. [...]que estiveram participando de intensos debates. Divido com vocês as vitórias que tivemos e assumo responsabilidades pelas dificuldades. Vocês são grandes líderes”, afirmou.
O ex-ministro afirmou que continuará "leal" à presidente Dilma Rousseff e disse que sai de "cabeça erguida." “Continuarei sendo leal à senhora e ao meu país. Saio com paz de espírito, de cabeça erguida”, disse.
Ao final da cerimônia de posse, Palocci reforçou que não guarda mágoa da imprensa.
"Saio sem mágoas. A imprensa fez o papel dela. Mágoa não levo nenhuma, mas alegrias muitas”.

Depois de toda conquista realmente estava na hora de abandonar o barquino, por que continuar a nevegar com os meros companheiros, pois agora é hora de cuidar da familia, e do patrimonio que fez o vira volta no mundo da politica. realmente Dilma que declaracoes falsas e também Sucessora do Paloci, palavras de hipocresia não adianta, era melhor mesmo você ter declarado sua relacao intima com o Ministro Paloci, já que ele pode comprar você e sua dignidade.

fiquem atendtos pessoas, não caiam na malha fina da cerimonias mal interpretada, que tivemos em rede nacional. Cuidadocom quem você vai deixar assumir o Trono do ex-ministrio  "Coitadinho Dele".

Seja transparente eu não descente.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Fux: anular união homoafetiva é 'atentado' contra STF O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux disse hoje que a decisão do juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, da 1.ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia (GO), de anular o contrato de união estável entre um casal homossexual pode ser cassada no STF se houver reclamação formal contra a decisão. E, também de acordo com Fux, a atitude do juiz pode ser avaliada e revista por órgãos disciplinares do Judiciário. Segundo o ministro, se o juiz foi contra o entendimento da Suprema Corte, sua decisão pode ser considerada "um atentado" passível de revisão. "Se ele foi contra o entendimento do STF, eu entendo isso como um atentado à decisão da Suprema Corte, o que é passível de cassação através de reclamação", afirmou. O ministro destacou que a reclamação é um recurso cabível quando há o descumprimento de uma decisão do Supremo. "O mais importante é que se revogue a decisão dele para se permitir...
Animais na mão Gaviões, cisnes, cães, onças... Várias espécies animais viram obras de arte nas mãos do artista italiano Guido Daniele. Literalmente! Isso porque ele dispensa as telas e faz suas pinturas em mãos humanas , que são estrategicamente posicionadas para ganhar o formato de cada um dos bichos. A série, batizada de Handimal – em inglês, uma mistura de hand (mão) com animal – , tem como superfície a pele dos filhos do artista, Michael James e Ginevra . “Se for para levar horas segurando na mão de alguém, prefiro que seja a de alguém que eu amo. Não há nada pior do que pegar um modelo nervoso, com as mãos tremendo”, afirma Daniele. 
Um governo sem rosto O governo Dilma é mesmo um governo de mulher: todo mês sangra. Submisso, não tem uma identidade própria, uma cara. É um governo que quer preservar a família, o patrimônio, os privilégios. Velho, cansado e viciado, Dilma tenta administrar a casa de um ex-marido, com vários amantes. Por isso, renuncia às próprias certezas, os sonhos, para cumprir a triste tarefa de mãe zelosa, enquanto os filhos fazem estripulias, tendo a certeza da complacência do pai ausente. Em estado de eterna renúncia, Dilma tornou-se uma clandestina, refugiada em um aparelho de Estado. Enquanto isso, os amigos dos filhos fazem a festa, despachando oficialmente dentro dos ministérios, usando a estrutura da casa grande para impressionar os convidados. É um governo de sombras e de sobras, como se viu no mensalão institucionalizado dos restos a pagar. O que o Lula fez com dinheiro transportado em malas e cuecas, Dilma fez com verba oficial, recebendo duas vezes ao que se pagou em a...